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História 44 ARREPENDIMENTO DE ÁLVARO
Dona Elza e Dr. Paulo são um casal feliz. Têm um filho chamado Paulo. Ele é um menino inteligente e estudioso. Gosta da escola e tem muitos amigos.
Nessas ocasiões, fazem orações e leituras Evangélicas, pedindo proteção a Deus e queridos anjos de guarda. Colocam um copo de água para cada um dos familiares à mesa para ser essa água fluidificada. Pelos benfeitores espirituais. Satisfeitos e reconfortados, recolhem-se, para o repouso noturno. Paulo
é um menino bondoso, e amigo dos animais. Tem um lindo cachorrinho
de pelos longos e macios. Trata-o com carinho, dando-lhe de comer e beber
todos os dias. Sim, porque, quando se tem algum bichinho, é justo que deva-se trata-lo com amor e carinho. Porque ter criação e não tratar, não condiz com a formação moral de Paulo. Por isso, quando o cãozinho vê Paulo, corre para ele, fazendo toda sorte de festa, como que agradecendo o bom trato que recebe. Vizinho desta família, mora Álvaro. Um menino muito diferente de Paulo. É levado, desobediente e principalmente cruel. Sempre com um estilingue na mão. Alem
disso gosta se todo tipo de armas de brinquedo. Tem revolver, espingarda,
tanque de guerra e outros brinquedos em forma de armas. Talvez seus pais,
não se importam com isso, e até satisfazem seus desejos O certo é que Álvaro tem um espírito belicoso e seus pais não procuram educá-lo religiosamente. Um dia, dona Elza convidou Laura e Álvaro coleguinhas de Paulo para um passeio na chácara de sua propriedade. Lá Dona Elza explicou tudo o que sabia a respeito dos pássaros e de outro animais. Foram horas de alegria. Dizia ela. Os pássaros são de grande utilidade, pois comem os bichinhos que estragam as plantações. Sê alguém levar os ovos ou os filhotes, o pobre João de Barro, chora como qualquer pai ou mãe, a perda de seus filhotes. Seu canto é estridente e barulhento. Os pássaros alegram a natureza e seus gorjeios são apreciados por todos.
Álvaro estava encantado e arrependido da maneira que se comportara até ali. Os pardais dão comida aos filhotes. Vão em busca de pequenas minhocas e colocam no bico de cada um. Estão com tanta fome que toda comida é pouca para eles. Lá
pela tardinha, estavam as crianças brincando debaixo de uma grande
árvore, quando uma avizinha que se dirigia voando para o seu ninho,
caiu desmaiada perto das crianças. Devia ter batido de encontro
a um galho da árvore. _Pobrezinha,
disse Laurinha aos coleguinhas. Vamos coloca-la no galho da planta antes
que morra. Não demorou muito, ela voltou do desmaio e continuou a chocar os seus ovos. As crianças, sentiram-se felizes por poder ajudar a avizinha. Álvaro deixou de vez por todas o estilingue e as armas de brinquedo. Prometeu a Jesus que seria um menino, amigo dos outros meninos e respeitaria os animais.
FIM |